
Tantos erros que cometi
De nenhum deles me arrependo
Minha vida que passou
Só dos bons momentos me lembro
Passos largos em direção ao horizonte
Pernas cansadas que nunca param de andar
Piso em chão de vidro
Olhando para baixo vendo o mundo passar
Não canso de sorrir
Porque já me cansei de chorar
Viajante ocioso, inerte ao tempo
Vendo o mundo passar
Assistindo a vida por traz de um vidro
Sorrindo sem ir ou sem voltar
Estou aqui parado
Em um tumulo no tempo
Estico meu corpo e respiro fundo
Deixo na onda do tempo, meu corpo flutuar
Não desejo nenhum mal
Não espero um milagre
Exponho aqui meus sentimentos
Meu triste amar
Solitario é o fraco
Que não enxerga seus muitos eus
Não vê que a vida é bela
E não para pra adimirar
São em tempos como esse
Que vemos tudo existir em sincronia
O certo, o errado
O absurdo e o casual
São em tempos como esse
Que me lembro do seu sorriso
E não me canso de andar
Não espero que o mundo de mais um volta
Pois eu faço ele girar
Jogo uma pedra lá pra longe
E agora vou lá buscar.
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Simples fatos que ocorrem em nossas vidas mudam nossos olhares, nossas maneiras de pensar e admirar. Nossa vida é bela e temos que aproveitar.
Sinceras palavras as vezes se perdem no vento, fluem junto com as mágoas e restrições.
Emoções se trasformam e se solidificam o mundo não vai parar.
E eu, não vou morrer. Nem deixar que me matem.
Avante!